Seminário
O caráter informal do trabalho flexível
Maria Augusta Tavares (CES)
15 de março de 2012, 15h00
sala 2, CES-Coimbra
Resumo
A predominância de atividades informais nas regiões mais pobres do mundo foi, geralmente, explicada pelo atraso, dando lugar a interpretações que justificam a setorialização da economia em formal e informal. A pesquisadora analisa os processos de terceirização, decorrentes da flexibilização da economia, para demonstrar que o atrasado agora é moderno, na medida em que o trabalho informal tornou-se essencial à acumulação capitalista.
Nota biográfica
Maria Augusta Tavares é Professora do Departamento de Serviço Social da Universidade Federal da Paraíba. Bolsista de Produtividade do CNPq/Brasil. Autora de Os fios (in)visíveis da produção capitalista, SP. Cortez, 2004 e de artigos científicos em que é central o debate sobre a precarização e a informalidade do trabalho no contexto da flexibilização da economia.
Nota: Atividade no âmbito do Núcleo de Estudos sobre Políticas Sociais, Trabalho e Desigualdades (POSTRADE).

